Comentário quanto ao "Blasphemy Challange"

Ronne é um ateu, e deixou este comentário no post sobre o "Desafio da Blasfêmia".

Ronne disse...
Interessante! Li os comentários desse blog e fiquei surpreso. Sei que o Brasil é um país historicamente cristão, primeiramente católico e, mais recentemente, com muitos adeptos do protestantismo. Não sei se esse meu comentário vai surtir algum efeito já que, todos que lêem esse blog são ávidos cristãos, eu imagino. Eu também fui criado num lar cristão. Tenho um tio que é padre outra tia que é da Igreja Batista e eu participei ativamente da Igreja por muitos anos.
Não vou discutir aqui as escrituras por dois simples motivos: Não há espaço suficiente e eu não acredito na Bíblia. Eu só gostaria de saber porque é que certos cristãos são tão implacáveis contra ateus. Eu acho que Ateísmo tem tudo a ver com libertação e desenvolvimento humano. Não quero ofender nem 'desconverter' ninguém. Mas porque acham um absurdo alguém não aceitar suas idéias? Se alguém estiver afim de discutir isso(com argumentos baseados na razão e não com imposições) posso deixar o meu MSN. No mais, desejo que todos pensem um pouco a esse respeito. Ahh... E antes que eu me esqueça eu também nego o Espírto Santo. Paz a todos.
21:10


Resposta:

Ola Ronne!
Na verdade, o que achei interessante quanto ao vídeo, é o fato de Ateus usarem a bíblia (a mesma em que eles não acreditam) para blasfemar contra Deus (que supostamente não existe).

Entendo que você creia que Deus não existe, portanto no seu caso, e da sua perspectiva, negar o Espirito Santo é algo banal, já que Deus não existe.

Porém, o que achei preocupante , é o fato de você e tantos outros, brincarem com a hipótese de Deus não existir. Partindo do princípio científico e racional existem diversas hipóteses que indicam ou não a existência de Deus. Como eu disse, são hipóteses.
Digamos que você está mais certo que eu, porém mesmo assim não podemos negar que existe a hipótese de Deus ser real. Vamos dizer que exista apenas 16% de chance de Deus (assim como a Bíblia e o Inferno) serem reais.

Curiosamente, essa é a mesma porcentagem, da probabilidade/hipótese de você levar um tiro na cabeça brincando de roleta-russa (1 em 6).

Racionalmente, qualquer um (cristão ou ateu), sabe que esse é um risco que não se deve correr. Não é uma questão de entender como o revólver funciona (racionalismo), mas sim de arriscar levar um tiro na cabeça (ir para o inferno).

Não brinque com as hipóteses.

Abraços,
TODY

5 comentários:

Teo Jornalista disse...

É realmente contraditório um ateu, que se julga tão evoluído mentalmente e desprovido de preconceitos, praticar um ato tão infantil, irresponsável e insano como esse de zombar da crença dos cristãos.

Cada qual tem o direito de se expressar, como fez o Ronne, mas é bom lembrar que nós não atacamos o ateísmo nem os ateus. Foram eles que se expuseram ao ridículo com essa brincadeira, o que evidencia claramente que todos os seres humanos, independentemente de raça, cor, sexo, religião, fazem parte da mesma escória, por mais que os ateus tentem disfarçar sua empáfia por meio de uma suposta evolução mental/intelectual que eles alegam ter.

Logo, veremos as conseqüências dos atos desses rapazes, pois como escrevi, Deus não se deixa escarnecer, por mais que aqueles que não crêem Nele esperneiem e digam não.

Caio Kaiel disse...

Recomendo o texto abaixo, do Amigo Edinho:

Nos tempos da blasfêmia pop

Eles valem-se do conceito bíblico de blasfêmia contra o Espírito Santo, acreditam que há um inferno e na fórmula infalível, de acordo com a Bíblia, de ir parar lá. Portanto, não se pode classificar o pessoal do Blasphemy Challenge, que está lançando a campanha do “desafio da blasfêmia”, de ateus sérios. Eles nada mais são que provocadores anticristãos.

Para divulgar o filme The God Who Wasn't There (O Deus que não estava lá) - alusão ao best-seller do apologeta presbiteriano Francis Schaeffer, The God Who Was There – o “ministério” Blasphemy Challenge (www.blasphemychallenge.com) propõe ao “desafiante” que grave um vídeo no qual blasfeme contra o Espírito Santo, o único pecado sem perdão, segundo o texto do Evangelho de Marcos 3 verso 29, e envie-o a sites como o YouTube. E avisam: “Jesus vai te perdoar por qualquer coisa que você fizer, mas ele não vai te perdoar se você negar o Espírito Santo. Nunca. Essa é uma estrada sem retorno que você esta escolhendo agora.” O prêmio? Uma cópia de The God Who Wasn't There.

Um dos objetivos confessos dessa turminha é aumentar a população do inferno. Nesse sentido, são mais crentes na Bíblia do que os adeptos da heresia universalista. A danação eterna poderá vir, no futuro, a muitos que aderiram à proposta, mas é para o presente momento que a idéia do Blasphemy Challenge tem visivelmente uma meta muito mais séria, por mais que não assumam: por meio da chacota, ridicularizar a fé em Cristo e contribuir para o recrudescimento do anticristianismo, fenômeno notório em quase todo o Ocidente. Certamente os idealizadores do projeto pouco se importam, ou mesmo ignoram de que cristianismo é a religião mais perseguida do mundo e o número de vítimas dessa caçada chegue a 90 mil por ano. A cumplicidade, mesmo inconsciente, é clara, e a História mostra que a perseguição cultural sempre precede à física, a matança em larga escala. É só perguntar a qualquer judeu alemão que assistiu a chegada de Hitler ao poder.

Com tantos adolescentes aderindo, não se pode negar o contorno de esporte radical, de X-Games, que o Blasphemy Challenge adquiriu. O anticristianismo, entre os adultos é supostamente intelectualizado, instigado e influenciado pelos bem-falantes da mídia de massa. O dos adolescentes, para emplacar, não poderia usar gravata: anda de skate e aparece no Youtube. É basicamente Jackass religioso. Aí está a nova tendência. Logo aparecerão mais filmes, videogames e streetwear baseados numa afronta estilozinha ao cristianismo.

Vale lembrar: fosse uma gozação ao budismo, ao hinduísmo, à wicca ou a qualquer culto tribal, os poodles midiáticos teriam chiliquinhos e gritariam: etnocêntricos! Intolerantes! Como é contra o cristianismo, “viva a liberdade de expressão”. Se fosse contra o islamismo, bem, o episódio dos cartuns na Dinamarca refresca a memória, serve de exemplo, e dispensa comentários.

Num quadro como o atual, se os cristãos realmente estivessem atentos, já teriam se posicionado de forma diferente. Infelizmente, parecem acuados demais por bobagens como o evolucionismo, o cientificismo, a manipulação lingüística dos politicamente corretos, a recriminação da fé nas escolas e na Academia, e a insistência na divulgação da mitologia iluminista que caricaturiza o cristianismo e faz as mais estapafúrdias distorções históricas. Cada um desses elementos tem um papel importante para a formação de uma sociedade cristofóbica. Não são poucos os que defendem tais coisas sabendo claramente disso.

Para agravar a situação, o fato é que os cristãos ainda não conhecem a superioridade de suas posições frente à lorota agnóstica e ateísta e acabam enredados pela gritara cética. Podem pagar caro por isso, e a secularização da Europa, já em estado avançado, o esvaziamento de muitas igrejas e as dificuldades crescentes para a evangelização são evidências de que é hora de um despertamento apologético e evangelístico de envergadura mundial.

Jonathan Edwards, rara combinação de teólogo erudito, apologeta e ousado avivalista, já avisava: o inferno é fechado pelo lado de dentro. O espetáculo trash perpetrado pelos “ateus” do Blasphemy Challenge confirma mais uma das convicções do velho mestre calvinista, e compactua, ainda que de maneira cínica e irresponsável, com uma chegada mais rápida de muitos mártires cristãos ao paraíso celeste.

Abigail disse...

É triste saber desse "movimento". É o fim dos tempos. Como alguém faz questão de negar o E.S, fazendo disso um ato de prazer? Não acredito que existem ateus. Existem pessoas que em algum momento de suas vidas revoltaram-se por algum motivo e a partir daí começaram a negar Deus.
Deus está em nós pq foi ele que nos criou. Isso é inerente. É como um carro que foi criado para funcionar com gasolina, e o dono teima em usar só álcool. Não adianta, n irá funcionar.

Deus é tão bom que apesar de pessoas o tratarem com tal desprezo, ele ainda n as fulmina. Ai de nós se n fosse a graça de Deus.

Parabéns pela resposta Tedy. E pelo blog tb. Devemos conquistar os perdidos para Cristo, mas em hipótese alguma aceitar blasfêmia contra Deus.

Abraço.
www.abigailinhares.blogs.sapo.pt

CateDraticoManiacoS disse...

Bem ..Quer dzer que "alguém" ou "um grupinho"de ateus Resolveu fazer questão de expor suas blasfêmias contra Deus e O Espírito Santo !?!? Muito bem..
Mas Digam-me lá pra quê fazem tanta questão disso ?!?! vcs além de Ateus São Retardados??ou será que todos os retardados são ateus?? Afinal "Deus Não Existe" certo? simples né? enfim.. se Deus não existe e vcs acreditam nisso, pra quê ir contra uma coisa que não existe?? Mas me respondam só uma coisa..Se Deus não Existe Mesmo, Por quê existem Ateus? por que se Deus não existe, logo não precisa existir alguém que não acredita em uma coisa que não existe.. não é? se isso não é ser retardado então não existem Ateus.
e se por acaso alguém conseguir me convençer que Ateus são pessoas e não retardados, então Deus Existe !!

Ass:CateDraticoManicoS

Ultov disse...

AVISO ÀS IGREJAS DO BRASIL
Peço que tenham calma, pois o assunto que vou expor é bastante complicado. Já fui católico (infância) e protestante (adolescência). Conheço em boa parte a Bíblia e devo dizer que há uma verdadeira fé que pode ser seguida.
Farei aqui um ataque à hipocrisia que separou de forma oculta o mundo atual e continua achando que sairá vitoriosa. Nesse meu exercício, que mais parece uma grande queda de braço, fui afrontado com a seguinte máxima: “A Bíblia é sagrada e ninguém pode contra ela”.
Só que depende de qual Bíblia estamos falando.
Existe um grande escalão de sacerdotes do ocultismo que se camuflam de cordeiro e suas famílias receberam dedicatórias (homenagens) nas traduçõees da maioria das Bíblias. Hoje vou deixar um exemplo aqui: O nome Jesurum (que pertence a nobres famílias européias) entrou na Bíblia por volta de 1890 (idade contemporânea), só que nesta data os meios de comunicação eram muito precários. Como consequência muitas Bíblias não receberam o nome Jesurum, o que levou discórdia a muitos impressores, pois se tratava de um nome que não constava em nenhuma Bíblia antes de 1890, seja ela hebraica (Yeshurum), católica, protestante ou quaquer Codex antigo.
O leitor que tiver 2 ou mais Bíblias, impressas em diferentes datas, como por exemplo, de JOÃO FERREIRA DE ALMEIDA pode analisar a presença ou não de Jesurum em Dt 32:15, 33:5 e Is 44:2. Faça a comparação de uma Bíblia velhinha para uma Bíblia nova, observe as datas das diferentes impressões. Devo salientar que a obra que os Irmãos iram ver no link abaixo pertence a Biblioteca Nacional e foi escrita pelo o punho de João Ferreira de Almeida em 1681. Trata-se do capítulo 1 de Lucas. Almeida escreveu Elisabeth (Lc 1:5-7) hoje só se vê Isabel, nome que também começou a ser introduzido na Bíblia de Almeida (e muitas outras) por volta de 1890. Para conferir a obra rara clique aqui http://purl.pt/12730/1/P128.html

AS TRADUÇOES SÃO CONFIÁVEIS?

Niccolò Marlemi foi um dos primeiros tradutores da Bíblia para o idioma italiano e seu trabalho, concluído em Veneza, data de 1490 servindo de base para os cristãos falantes deste idioma. Nesta Bíblia é clara a presença do nome Iesu, com as flexões Iesus e Iesum.
Em 1574 é feita outra tradução para o ITALIANO em Veneza e desta vez o nome introduzido foi Giesu (também com as flexões). Posteriormente o nome a configurar nas Bíblias em idioma italiano passa a ser Gesu (flex. Gesus e Gesum).
Concluímos portanto que no mesmo idioma ITALIANO, de 1490 em diante, temos Iesu, Giesu e Gesu. Os defençores desta lambança dizem se tratar de traduções, mas o problema é que não existe tradução de ITALIANO para ITALIANO e nomes próprios não se traduzem, se transliteram (preservação dos fonemas). Para quebrar ainda mais este cristal os ESCRITORES CRISTÃOS do Século de Ouro do Enciclopedismo Europeu (q.v.), utilizando fontes do século XIII, citam Gesum (umas das flexões de Gesu) como o nome de uma arma gaulesa. Muitas armas gaulesas davam aos soldados uma lembrança da entidade ESUS http://www.chronarchy.com/esus/aboutesus.html a mesma entidade que foi encontrada em 1710 num altar debaixo da Igreja Católica de Notre-Dame. O mais comprometedor é que o nome IESUS só começa a aparecer por volta do ano 1200, ou seja, depois da iniciativa para a construção de Catedral de Notre-Dame (1163), pois antes nas Bíblias só se via os termos Ihs, Ihu, Ihus e Ihum. Conclusão: construíram Notre-Dame sobre o altar de ESUS, aguardaram um tempo e divulgaram o nome IESUS. Este nome Iesus pertencia a muitas famílias nobres medievais muito antes de ser introduzido na Bíblia. Apartir do século XV muitos hebreus são obrigados, POR LEI, a ter os nomes Iesu, Ieshurum, Iesurum, Bixorda, Morena entre muitos outros considerados uma afronta para os ensinamentos hebreus.
Voltando mais no passado na Gália Belga temos o topônimo VOGESUS ou VOGESUM (lembrar de Gesum já descrito) citado como um monte no livro Bello Gallico (livro 4, capítulo 10) de César. Não podemos esquecer também do bispo BLAESUS que teve seu nome mudado para S. Braz. BLAESUS existiu muito antes de Iesus aparecer nas Bíblias. São todos nomes derivados de ESUS e não adianta fechar os olhos para isto. ESUS era cultuado na bruxaria junto com Cernunnos muito antes de 1450 (tempo da primeira grande caçada aos bruxos) e hoje a grande bruxaria só pode pronunciar Cernunnos aos iniciados. ESUS pertencia aos bruxos e não à Igreja, sendo assim a caçada aos bruxos foi inevitável.

Com base nas provas existentes foram violados Mt 5:18 e At 4:12 em quase todas as Bíblias existentes.

ELISABETH e ISABEL - Personagens distintas

Segue agora uma seqüência com as BÍBLIAS ESPANHOLAS (ou castellanas, como queiram) que consultei:
Bíblia Castellana em Linguagem Simples (2003), Castellana (2003), Dios Habla Hoy (Deus Fala Hoje) (1996), A Bíblia das Américas (1986, 1995, 1997), Nova Versão Internacional (1979), Reina-Valera (de 1960 e outra de 1995), Reina-Valera Antiga (de 1569 e outra de 1602) e Bíblia Castellana Latinoamericana (1972).
Para aqueles que separam o ESPANHOL do CASTELLANO percebe-se claramente que nas versões acima temos as duas “línguas”.
Das 10 versões acima citadas, todas têm o nome Elisabeth exceto 3:
Bíblia Castellana em Linguagem Simples (2003), Dios Habla Hoy (1996) e Bíblia Castellana Latinoamericana (1972).
Estas versões possuem o nome Isabel, são aparentemente recentes e têm o mesmo idioma das outras 7 versões. Trata-se de um segundo crime, pois desta vez, em determinas Bíblias dentro de um mesmo idioma houve a alteração de Elisabeth para Isabel. O pior é que se sabe que havia outro nome antes de Elisabeth. Voltando ao assunto vamos para as etimologias:
-Elisabeth >> EL-ISA-BETH
EL (Deus em hebraico moderno) + ISA (filho de ALAH, equivalente a Jesus) + BETH (casa em hebraico).
-Isabel >> ISA-BEL
ISA (filho de ALAH, equivalente a Jesus) + BEL (Baal, dono e senhor no hebraico).
Como pode-se ver ISA é a única palavra em comum, o que torna os 2 nomes (Elisabeth e Isabel) bem diferentes. Este ISA foi introduzido no texto bíblico pelos antigos teólogos para tentar atrair uma parte do povo árabe.

Conclusão: Por mais simples que sejam as alterações, não se deve pensar como uma simples banalidade. As Bíblias estão alteradas propositalmente e não adianta fechar os olhos para isto.
Fiquem na Paz do Eterno Criador e com a Videira Verdadeira.

RAINHA ISABEL DE PORTUGAL

Isabel de Aragão nasceu no palácio de Aljaferia, na cidade de Saragoça, onde reinava o seu avô paterno D. Jaime I. Era filha de D. Pedro, futuro D. Pedro III, e de D. Constança de Navarra. A princesa recebeu o nome de Isabel por desejo de sua mãe em recordação de sua tia Isabel da Hungria, duquesa de Turíngia. O seu nascimento veio acabar com as discórdias na corte de Aragão, pelo que o seu avô lhe chamava “rosa da casa de Aragão”.
Isabel faleceu a 4 de Julho de 1336, deixando em testamento grandes legados a hospitais e conventos. O povo criou à sua volta uma lenda de santidade, atribuindo-lhe diversos milagres e a santa foi canonizada em 1625.
Muito depois destes eventos deu-se a introdução do nome de Isabel em algumas Bíblias. Antes dos resultados desta canonização o mesmo não era encontrado em nenhuma Bíblia, ninguém fazia menção da igualdade entre Elisabeth e Isabel e não existiam escritos sobre esta igualdade. Todos os escritos sobre a sinonimia entre Elisabeth e Isabel são muito posteriores ao evento da canonização de Isabel.

Parece simples, mas é bastante para concluir que as Bíblias contêm erros que se caracterizam em alterações propositais.

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